Jumanji: Bem Vindo à Selva – Crítica

Olá! O filme de hoje é meio que a continuação do primeiro Jumanji, dos anos 1980. Trailer?

Nessa sequência, o jogo é encontrado na praia pelo pai de um garoto nos aos 80. Mas ele não se interessa mais por jogos de tabuleiro. Então Jumanji “vira” uma fita de videogame, na qual o garoto fica preso. 30 anos depois, um novo grupo de jovens encontra a fita e o vídeo game perdidos no tempo e resolvem jogar. Mas dessa vez eles entram todos no jogo e precisa sobreviver lá dentro para que o jogo acabe. As definições de “é igual mas é diferente” foram atualizadas. Eu sei.

O filme tem tantos acertos quanto tem erros. É uma coisa impressionate. Pra começar, a história: Como o primeiro filme, as coisas acontecem do nada e apenas porque sim. E é só isso mesmo. Por um lado, isso é ótimo pra quem curte o filme anterior. Isso meio que dá um charme. Pooor outro lado, repetir os erros meio que torna eles 2x piores né. Tipo assim, se você já sabia que tava errado meio que não justifica. Sei lá.

Os personagens: Trocar os adolescentes por atores famosos é ao mesmo tempo muito bom e muito ruim. A parte boa é que os atores são bons e as caras conhecidas vendem o filme. A parte ruim é que eu demorei uma quatidade enorme de tempo pra associar as persoagens adolescentes aos atores famosos. Especialmente se você levar em consideração que um grupo não se parece em nada com o outro.

A grade graça dele pra mim está em dois potos importates. Primeiro, a atuação de Jack Black. Ele é ótimo! Escolheram pra ele uma persoagem icrível que fucioou super bem. Outra coisa bem legal foi as referêcias – e críticas – aos jogos, especialmete dos aos 80. Foi muito egraçado. Eu ão sei se quem ão se iteressa muito por games vai gostar, mas eu gostei.

 

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