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Eu só posso imaginar (2018) – Crítica – District Mídia

Baseados em fatos reais, Eu só posso imaginar, estreia com o personagem Bart Millard (J. Michael Finley) um homem que cresceu com dificuldade de se relacionar com pai e que atualmente é vocalista da banda cristã de sucesso MercyMe.

O filme inicia com uma entrevista, onde o personagem principal, Bart, conta sua história de vida, que inspirou a música: Eu só posso imaginar.

Bart é filho de Arthur (Dennis Quaid) e vive apanhando sem qualquer motivo. Se o pai chega em casa nervoso, bate na mãe e nele até que toda a euforia pessoal passe. Ainda estamos no começo do filme e já começamos não gostando desse pai. Vemos que a agressão é tanta, que eles chegam a sentir dores por todo o corpo, relatado por Bart, somente no meio/final do filme.

Tudo começa a complicar, quando a mãe leva o garoto para um acampamento. Ele parece gostar, faz amigos e até conhece sua futura namorada, Shannon (Madeline Carroll). Essa cena é maravilhosa, os dois ainda crianças, a garota toma iniciativa de falar o que ela percebe, que os dois iriam casar no futuro.

Quando ele volta, percebe que sua mãe fugiu, deixando ele com o pai, que deseja que ele seja jogador de futebol americano. E sem escolhas, Bart segue esse caminho. 

Desde pequeno, ele teve uma paixão pela música. Ele até trabalhava para conseguir dinheiro e comprar sua fitas e ouvir no seu tocador e agora seu sonho era interrompido.

Quem não acredita em destino, esse é um bom filme para começar a acreditar.

Bart vai para o treino e um acidente acontece. Vemos que ele nunca mais poderia jogar futebol, então ele se matricular no coral, onde tudo começa a fluir para seu sonho. 

A professora (Priscilla Shirer) rapidamente percebe seu talento, e nesse momento o pai de Bart, desmaia, recebendo a notícia que está com câncer.

No decorrer do filme, Bart sai de casa e vai tentando a vida com a música, seu tão desejado sonho.

Muitos shows mas, nada de gravações. Até que o empresário, mostra que de nada adianta cantar bem se não for de alma, ter sentimentos pela letra.

Bart percebe que o problema com o pai, tinha afetado toda sua vida. Estava na hora de vencer isso, mas quando ele volta para casa, percebe que tudo mudou. Seria capaz de perdoar seu pai? 

Produção do filme

O filme foi dirigido por Andrew Erwin e Jon Erwin, com roteiro de  Jon Erwin, Brent McCorkle, Alex Cramer e músicas compostas por Brent McCorkle.

Como dito antes, é um filme baseado em fatos reais. Como uma apaixonada pela direção de arte, devo dizer que ficou espetacular.  Apenas as cenas de drama poderiam ser diferente, para tocar com força o espectador, o sofrimento do garoto e da mãe que sofreram bastante.  

A parte que achei mais dramática é quando ele volta a casa do pai e vê que tudo mudou. A que mais gosto, é o final, para quem ver, a parte que ele sai do palco e vai para o meio do público. 

 

Curiosidades:

A música que fez Bart ter sucesso, já foi regravada por diversos cantores que talvez você conheça, como Chris Duran, Gisele Di Mene e Eduardo & Silvana.

A música foi a inspiradora do longa- metragem. A distribuição é de Paris FIlmes.

O ator que fez papel de Bart, chegou a sofrer durante a infância com o pai abusivo.

A música ganhou muitos prêmios, entre eles o de “Música Pop/Contemporânea do Ano.

Recomendo?

 

Eu recomendo esse filme.  Gostei bastante.

O filme fala da importância de seguirmos em algo que somos bons e nos nossos sonhos, como também perdão, de ouvir quem está ao nosso lado, como o Bart ouviu o empresário sobre compor de alma, e principalmente de fé, mesmo que ela às vezes seja impossível. Temos de acreditar em nós.

 

Assista o filme e venha cá comentar.

Diga o que achou, se te lembrou algo que precisa resolver. Aproveita e nos conte uma história de fé que já aconteceu com você.

Ahh também lembre sempre de denunciar qualquer tipo de agressão. Para você pode ser apenas uma ligação, para o outro uma salvação.


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  • Roteiro
  • Direção
  • Fotografia
  • Interpretação
  • Trilha sonora
4
Flávia Ribeiro

Flávia Ribeiro

Flávia Ribeiro, estudante de cinema e publicidade. Gosta de muitas coisas, umas dessas escrever, viver aventuras, cores e da vida. Tem o sonho mesmo é de virar uma escritora e poder inspirar as pessoas a serem quem realmente são e assim torna-las alegres. <3
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